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Plutocracia

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Violência, vamos viver sem violência? Como é que vamos viver sem violência se há uma violência letárgica ideológica, somada a um retrocesso político? Você vê políticos, artistas, executivos, empresários, enfim, um naco social de aparência sordidamente próspera, escorregando pela vida, sendo conivente com o obscurantismo. O que essa gente incompetente, desprovida de brilhantismo ou arte, faz dos nossos dias? São pessoas geradas pela mais miserável das violências: a falta de talento. “A arte virou um frívolo veiculo de entretenimento estéril, de violência “bem comportada” poder de tanta assepsia feliz. Arte que se torna impotente diante da conivência bovina de seus autores. . . Não dá pra ver tanta gente presa (presa mesmo) por erros judiciais brutais. Não dá pra engolir a Justiça amortalhada por mantos de propina, ver vidas desmoronando pelas leis que regem tão arbitrariamente o lado mais fraco da sociedade pois essa justiça sempre guarda um sorriso ao dinheiro “criando dificuld...

Classe o dinheiro NÃO compra

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No dia 26 de Julho de 1984, a Folha publicou uma crítica de Miguel de Almeida sobre Lobão “ Lobão teve seu Cena de Cinema destroçado por pessoas insensíveis. O mundo não tem mais espaço para quem acredita na guitarra miúda de Pepeu Gomes ou na algazarra da Xuxa. Em companhia de Maria Lima Lobão fez um genial disco, há quase dois anos, e mostrava como era possível se falar de uma geração inquieta e informada, envolvida com insolúveis vidas na metrópole urbana . . . Segundo o Jornal, Lobão “ainda era um pirralho lobinho” quando aconteceu o golpe de 1964. “Tinha um titio e dele ouviu algo que seguiu a risca, como incrível e fundamental conselho: O movimento vinha pra ficar por pelo menos 30 anos , tempo necessário para deixar as escolas esvaziadas de qualquer ensinamento mais profundo ” Extraído de : “50 Anos a mil” Lobão Ficou aqui sem querer o registro, a prova mesmo, de uma dominação, de uma submissão forçada e enfiada a força no sangue da população de um país. Qual er...

La Servitude Moderne

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"Contrariamente aos escravos da antiguidade, a dos servos da Idade média e a dos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor, não quer saber. Eles ignoram a rebelião, que deveria ser a única e legítima reação dos explorados. Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planejou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de sua desgraça. É aí, o pesadelo dos escravos modernos que almejam somente ser levados por esta dança macabra do sistema da alienação. A opressão se moderniza expandindo por todas as partes, as formas de mistificação que permitem ocultar nossa condição de escravos. Mostrar a realidade tal como é e não tal como apresenta o poder, constitui a subversão mais genuína. Só a verdade é revolucionária." De la Servitude Moderne, Jean-François Brient e Victor León Fuentes

Considerações sobre o numero 11

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O 11 é o despertador para a consciência Divina, um portal dimensional, o fogo sagrado presente em nosso ser. Este número está associado à carta "força"do Taro, que representa a vitalidade, a força e o brilho de todos os seres. Indica energia transbordante. O 11 é o número de Nuit (Deusa Noite). Os   maçons   representam   esse   número   com   o   Hexagrama   Pentáfico,   o pentagrama   inscrito   no   Hexagrama.   Para   a   tradição   chinesa,   o   11   é   o   número pelo qual se constitui, na sua totalidade, o caminho do Céu e da Terra, Tcheng. É o   número   do   Tao.   No   hebraico,   está   relacionado   à   letra Teth,   que   significa serpente. É o asilo do homem, seu escudo e proteção. No caminho cabalístico, a letra Teth une e equilibra Chesed (a misericórdia) com Gueburah (a severidade). É   a   ponte   que   integra   a   polaridade   da   construção   e   da   destruição.   Diz   Robert Wang: "É   o   caminho em   que   o fogo   se   torna   Lu...

A Luz do Silêncio Interior

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O antigo mestre Pitágora s ensinava, em primeiro lugar o amor próprio, a elevação moral, e a perseverança acima de tudo, como dizem seus versos áureos , os quais parte tornaram-se ditos da moral popular, e outra parte nos provam o valor da iniciação.             Eis a parte dada aos iniciados e ocultada aos comuns.             Eu tomo-te por testemunha : Tétrada inefável             Fonte inesgotável das formas e do tempo             E tu que sabes orar, quando os deuses são por ti,             Conclui a tua obra e trabalha com fé,             Chegarás cedo e sem trabalho a conhecer             Donde precede, onde pára, para onde volta teu ser.             Sem temor e sem desejos saberás os segredos             Que a natureza vela aos mortais indiscretos             Tu calcarás aos pés esta fraqueza humana             Que ao acaso e sem alvo conduz a fatalidade             Saberás quem guia o futuro incerto,             E que demônio oculto segura ...

Existe vida após a morte?

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Essa é uma pergunta errada, sem sentido. A pessoa nunca deve saltar à frente de si mesma; há toda a chance de ela cair de cara no chão. É preciso fazer a pergunta básica, começar do começo. Minha sugestão é que se faça uma pergunta mais básica. Por exemplo, você pode perguntar: "Existe vida após o nascimento?" Isso seria mais básico, porque muitas pessoas nascem, mas poucas têm vida. Só o fato de nascer não é o bastante para você ter vida. Você existe, certamente, mas a vida é mais do que mera existência. Você nasceu, mas, a menos que renasça em seu ser, você não vive, nunca vive. Osho, em "O Livro do Viver e Do Morrer"

Eu Já . .. . . . . . .

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Eu já . . . . . Eu já fui um estegossauro, viva em um pântano e matava meus predadores com a cauda. . . . Até que um dia eles me venceram . . . Eu já fui um ceratópode   e era mais feroz, então os ataques diminuíram . . . Eu já fui um homo erectus, mas eu não era o principal do meu bando. . . Eu já fui um guerreiro nômade, muito alto e forte, aonde depois veio a ser a Pérsia antiga, eu matava meus inimigos com uma clava, rachava a cabeça ou quebrava-lhes a cara, literalmente. Até que um dia sobrei somente eu em uma batalha . . . . Já vivi entre os guerreiros mongóis. .. Eu já fui soldado romano,   bem antes da época de Cristo, e invadia cidades e coordenava saques e matança. Eu já fui monge Shaolin e dediquei minha vida ao templo, entrei lá criança, aprendi e ensinei o Kung Fu ( pena que esqueci) e fui morto por outro monge que por motivo de inveja, me jogou de um penhasco e me atirou uma pedra na cabeça. Já fui soldado na Itália, participei de batalhas daquele pais e...