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La Servitude Moderne

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"Contrariamente aos escravos da antiguidade, a dos servos da Idade média e a dos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor, não quer saber. Eles ignoram a rebelião, que deveria ser a única e legítima reação dos explorados. Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planejou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de sua desgraça. É aí, o pesadelo dos escravos modernos que almejam somente ser levados por esta dança macabra do sistema da alienação. A opressão se moderniza expandindo por todas as partes, as formas de mistificação que permitem ocultar nossa condição de escravos. Mostrar a realidade tal como é e não tal como apresenta o poder, constitui a subversão mais genuína. Só a verdade é revolucionária." De la Servitude Moderne, Jean-François Brient e Victor León Fuentes

Considerações sobre o numero 11

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O 11 é o despertador para a consciência Divina, um portal dimensional, o fogo sagrado presente em nosso ser. Este número está associado à carta "força"do Taro, que representa a vitalidade, a força e o brilho de todos os seres. Indica energia transbordante. O 11 é o número de Nuit (Deusa Noite). Os   maçons   representam   esse   número   com   o   Hexagrama   Pentáfico,   o pentagrama   inscrito   no   Hexagrama.   Para   a   tradição   chinesa,   o   11   é   o   número pelo qual se constitui, na sua totalidade, o caminho do Céu e da Terra, Tcheng. É o   número   do   Tao.   No   hebraico,   está   relacionado   à   letra Teth,   que   significa serpente. É o asilo do homem, seu escudo e proteção. No caminho cabalístico, a letra Teth une e equilibra Chesed (a misericórdia) com Gueburah (a severidade). É   a   ponte   que   integra   a   polaridade   da   construção   e   da   destruição.   Diz   Robert Wang: "É   o   caminho em   que   o fogo   se   torna   Lu...

A Luz do Silêncio Interior

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O antigo mestre Pitágora s ensinava, em primeiro lugar o amor próprio, a elevação moral, e a perseverança acima de tudo, como dizem seus versos áureos , os quais parte tornaram-se ditos da moral popular, e outra parte nos provam o valor da iniciação.             Eis a parte dada aos iniciados e ocultada aos comuns.             Eu tomo-te por testemunha : Tétrada inefável             Fonte inesgotável das formas e do tempo             E tu que sabes orar, quando os deuses são por ti,             Conclui a tua obra e trabalha com fé,             Chegarás cedo e sem trabalho a conhecer             Donde precede, onde pára, para onde volta teu ser.             Sem temor e sem desejos saberás os segredos             Que a natureza vela aos mortais indiscretos             Tu calcarás aos pés esta fraqueza humana             Que ao acaso e sem alvo conduz a fatalidade             Saberás quem guia o futuro incerto,             E que demônio oculto segura ...

Existe vida após a morte?

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Essa é uma pergunta errada, sem sentido. A pessoa nunca deve saltar à frente de si mesma; há toda a chance de ela cair de cara no chão. É preciso fazer a pergunta básica, começar do começo. Minha sugestão é que se faça uma pergunta mais básica. Por exemplo, você pode perguntar: "Existe vida após o nascimento?" Isso seria mais básico, porque muitas pessoas nascem, mas poucas têm vida. Só o fato de nascer não é o bastante para você ter vida. Você existe, certamente, mas a vida é mais do que mera existência. Você nasceu, mas, a menos que renasça em seu ser, você não vive, nunca vive. Osho, em "O Livro do Viver e Do Morrer"

Eu Já . .. . . . . . .

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Eu já . . . . . Eu já fui um estegossauro, viva em um pântano e matava meus predadores com a cauda. . . . Até que um dia eles me venceram . . . Eu já fui um ceratópode   e era mais feroz, então os ataques diminuíram . . . Eu já fui um homo erectus, mas eu não era o principal do meu bando. . . Eu já fui um guerreiro nômade, muito alto e forte, aonde depois veio a ser a Pérsia antiga, eu matava meus inimigos com uma clava, rachava a cabeça ou quebrava-lhes a cara, literalmente. Até que um dia sobrei somente eu em uma batalha . . . . Já vivi entre os guerreiros mongóis. .. Eu já fui soldado romano,   bem antes da época de Cristo, e invadia cidades e coordenava saques e matança. Eu já fui monge Shaolin e dediquei minha vida ao templo, entrei lá criança, aprendi e ensinei o Kung Fu ( pena que esqueci) e fui morto por outro monge que por motivo de inveja, me jogou de um penhasco e me atirou uma pedra na cabeça. Já fui soldado na Itália, participei de batalhas daquele pais e...

Resultados . . .

Parte 2 - Nem é aos poucos, é bem rápido .

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Estratégias de Manipulação As estratégias e as técnicas dos donos do mundo para a manipulação das opinião pública e da sociedade.... 1. A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.   A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto “ Armas silenciosas para guerras tranqüilas ”.)   2...